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Saúde alerta para a síndrome mão-pé-boca

Publicada em 20/04/22 às 14:24h - 157 visualizações

por Decom Formiga


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Saúde alerta para a síndrome mão-pé-boca
 (Foto: Decom Formiga)
A Secretaria Municipal de Saúde faz um alerta aos pais e responsáveis sobre a síndrome mão-pé-boca que é uma doença altamente contagiosa. O alerta se faz necessário após o município registrar seis casos da doença. Pelo fato dos casos não serem associados, não configura surto.

A síndrome é mais frequente em crianças de menos de cinco anos de idade, embora possa afetar adultos. Quem estiver com os sintomas da doença devem procurar o Posto de Saúde mais próximo de casa. Os principais sintomas são: 

🔴 febre alta nos dias que antecedem o surgimento das lesões;
🔴 aparecimento, na boca, amídalas e faringe, de manchas vermelhas com vesículas branco-acinzentadas no centro que podem evoluir para ulcerações muito dolorosas;
🔴 erupção de pequenas bolhas em geral nas palmas das mãos e nas plantas dos pés, mas que pode ocorrer também nas nádegas e na região genital;
🔴 mal-estar, falta de apetite, vômitos e diarreia;
🔴 por causa da dor, surgem dificuldade para engolir e muita salivação.

A transmissão se dá pela via fecal/oral, através do contato direto entre as pessoas ou com as fezes, saliva e outras secreções, ou então através de alimentos e de objetos contaminados. Mesmo depois de recuperada, a pessoa pode transmitir o vírus pelas fezes durante aproximadamente quatro semanas. O período de incubação oscila entre um e sete dias. Na maioria dos casos, os sintomas são leves e podem ser confundidos com os do resfriado comum.

Medidas de prevenção e interrupção da cadeia de transmissão: 
✅ Lavar as mãos frequentemente com sabão e água, especialmente depois de trocar fraldas e usar o banheiro. 
✅ Limpar e desinfetar superfícies tocadas com frequência e itens sujos, incluindo brinquedos. 
✅ Evitar contato próximo, como beijar, abraçar ou compartilhar utensílios ou xícaras com pessoas com problemas de mãos, pés e boca.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Polliana Lacerda, pede às instituições como creche ou escolas que tenham uma criança confirmada com síndrome mão-pé-boca e mais outros dois suspeitos que entrem em contato com o Posto de Saúde mais próximo para busca ativa e investigação de possível surto.



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