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Novas internações e mortes de idosos por Covid em Minas reforçam urgência da 3ª dose da vacina

Publicada em 15/09/21 às 13:05h - 175visualizações

por Hoje em Dia


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 (Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil)
As internações de idosos por Covid-19 voltaram a ser mais comuns em Minas, após tendência de queda observada com o avanço da vacinação. Os maiores de 60 anos - mesmo os que tomaram como duas doses de qualquer imunizante - formam o grupo principal de óbitos no Estado. Ao todo, 37.660 já perderam a vida.

Vulnerabilidade ao vírus, queda na efetividade da vacina e avanço da variante Delta (leia mais na página 11) ajudar a explicar o aumento das hospitalizações desta faixa etária, segundo especialistas. Em meio à preocupação, a necessidade da terceira dose se torna cada vez mais urgente. 

“Há uma queda robusta do número total de mortes absolutas, mas a gente volta a chamar a atenção aos idosos”, disse, ontem, o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, que reforçou a necessidade da terceira dose para os que já completaram o ciclo há seis meses. 

Em Minas, 404 cidades já podem iniciar a aplicação da terceira dose em pessoas acima de 70 anos

Em Minas, ao menos 404 cidades já podem iniciar a terceira dose em pessoas acima de 70 anos e imunossuprimidos. Os municípios já aplicaram a primeira dose em todos os maiores de 18 anos. Belo Horizonte, Betim e Contagem estão nesta fase da campanha. Essas pessoas estão recebendo uma Pfizer, conforme orientação do Ministério da Saúde. 

A importância da nova blindagem também é destacada pelo infectologista da Santa Casa de BH, Alexandre Sampaio Moura. “Com uma dose só, o esquema está incompleto e a pessoa não está protegida. E a terceira dose veio justamente porque a gente percebe que há necessidade de manter estes níveis mais altos, principalmente com a entrada de variantes.

Conforme o pesquisador e o professor na unidade de saúde, “os adultos, os jovens têm um nível mais alto, mas o idoso não, ele vai ter a doença mais grave até as outras doenças que têm”.

Redistribuição

Na tentativa de ampliar a cobertura, a Secretaria de Estado de Saúde vai promover o remanejamento de 5,7 milhões de doses de Coronavac nos mais de 400 municípios que já completaram a vacinação dos adultos.

“Essa ação é importante para que a gente não fique com doses de Coronavac sobrando em alguns municípios, sendo que em outros lugares há população adulta para ser imunizada. A Coronavac não pode ser usada nem como reforço nem no público adolescente. Então, essa é uma forma de fazermos todos os municípios do estado estarem juntos na vacinação ”, acrescentou o secretário. 

Com a decisão, o Estado pode direcionar cerca de 650 mil vacinas da Pfizer, recebidas nesta semana, para aplicação da dose de reforço em idosos, imunossuprimidos e adolescentes de 12 a 17 anos.



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